10 de agosto de 2010

Estou vivendo uma época em que seria o maior pecado não fazer uma homenagem a ELE. Enfim, pai é pai. Ou como diz o clichê, o nosso herói. E como é herói. Lembo-me de quando era nova, no colégio, os meninos ficavam mexendo comigo, ficava mal, chorava muito. Meu pai cansou. Um belo dia ele me leva no colégio. Me abraça, entra comigo e fica em pé, esperando os meninos chegarem pra eu apontar o dedo a eles. Os meninos não apareceram. Deu a hora de entrar e entrei. Deu o sinal da segunda aula, e os meninos entraram. Depois fui descobrir que eles tinham me visto com o meu pai na porta e ficaram com medo, se esconderam e deixaram pra entrar na segunda aula. E mais depois os ouvi falando: "Ai aparece o pai da Priscila de 5 metros" Ah, sim. Meu pai é bem alto.
Como disse, ele é heói, se pudesse quebrava a cara de todos eles. Às vezes chega a ser chato, mas não adianta, no fundo a gente gosta e sempre pede mais. Pede porque não há nesse mundo nada melhor do que ter uma proteção. Alguem para nos defender e proteger de todos os perigos. E não há proteção melhor do que a do nosso pai.
E nem fala das broncas. Ah! Que broncas! Dava até medo quando fazia alguma coisa errada. Sabia o que ia vir. E hoje olha só. Estou aqui, muito bem. Muito feliz. Tenho educação, limite e responsabilidade. Tudo porquê? Porque tive um pai presente. Mesmo não morando comigo, vendo-o pouco, ele estava aqui, do meu lado.
Só peço a Deus que abençoe todos os pais deste mundo. E perdoe aqueles que desperdiçaram esta grandiosa tarefa.

Um comentário:

Livia Brazil disse...

Pri Pri Pri!
Amei esse seu post, linda homenagem ao seu pai e a todos os seus!
E adorei saber desse seu blog! Um jeito de eu me manter atualizada da sua vida. Mais um jeito, né?
Te amo, minha amiga mais querida!
Beijo!